Uau, Márcio, li seu conto e me perdi nesse emaranhado do cotidiano. A ressaca, a falta de dinheiro, as pequenas derrotas, tudo parece tão simples e, ao mesmo tempo, tão esmagador. É como se cada detalhe externo revelasse uma frustração interna que todo mundo carrega: estar preso numa maratona diária em que cada passo pesa. O que me ficou na pele foi esse tô aqui, preciso, mas não posso incomodar. É uma dor silenciosa, invisível, mas que a gente reconhece na hora. Desejo, vergonha, cuidado contido. Você não só descreve, mas faz a gente entrar naquele apartamento com eles, sentir a tensão, as pequenas absurdidades que a vida empilha.
O trivial vira quase poesia: a chuva que escorre na janela, os trens lotados, o café ruim. Tudo se carrega de significado, de drama íntimo. E aqueles vinte e três reais e doze centavos… são tanto peso, tanta narrativa em tão pouco. É impressionante como coisas tão pequenas conseguem contar histórias tão grandes. Parabéns pelo texto!
Ah, Luana, muito obrigado! Muito contente que você gostou. Ainda mais por saber que você se sentiu junto dos personagens e que foi surpreendida no final. Fiquei curioso sobre o que a sua cabeça teria criado pra esse desfecho hahaha. :D
Gosto dos finais “cor de rosa” hahah Achei que eles ficariam juntos ou ao menos seriam amigos e voltariam a conversar. Me surpreendi com o block, mesmo que tenha feito mais sentido olhando para os dias atuais e um término de namoro. Eu já fiz o mesmo 😅
Muito obrigado! O seu comentário me deixou muito contente. Eu gosto muito partir a minha escrita de um ponto que incomoda ou de algo banal, porque tem algo de extraordinário até no que não parece. De algum jeito, até a angústia e a dor tem um pouco de beleza oculta. Muito gostoso saber que você se sentiu na cena e, nossa! suas análises são incríveis e tão sensíveis! 🤗
Fiquei com vontade de falar pro Ícaro: "Vai dar certo. Já deu." <3
Ele se sentiria acolhido que só! 🥰
Uau, que escrita incrível, me vi em cada cena, de todos os personagens. E que final, sem palavras para expressar... tô refletindo até agora. Obrigada
Oi, Valéria! Que alegria ler o seu comentário. Obrigado pela leitura e pela generosidade em compartilhar como a história ressoou em você. 🥰
Uau, Márcio, li seu conto e me perdi nesse emaranhado do cotidiano. A ressaca, a falta de dinheiro, as pequenas derrotas, tudo parece tão simples e, ao mesmo tempo, tão esmagador. É como se cada detalhe externo revelasse uma frustração interna que todo mundo carrega: estar preso numa maratona diária em que cada passo pesa. O que me ficou na pele foi esse tô aqui, preciso, mas não posso incomodar. É uma dor silenciosa, invisível, mas que a gente reconhece na hora. Desejo, vergonha, cuidado contido. Você não só descreve, mas faz a gente entrar naquele apartamento com eles, sentir a tensão, as pequenas absurdidades que a vida empilha.
O trivial vira quase poesia: a chuva que escorre na janela, os trens lotados, o café ruim. Tudo se carrega de significado, de drama íntimo. E aqueles vinte e três reais e doze centavos… são tanto peso, tanta narrativa em tão pouco. É impressionante como coisas tão pequenas conseguem contar histórias tão grandes. Parabéns pelo texto!
Mais uma Vez criando "imagens na minha mente" como filmes. Que Dom e Capacidade! 🙏🏻👏🏻❤️
Muito bom saber disso. Obrigado pela leitura sempre generosa, Gra! ❤️
Adorei. Me senti presente em cada cena. Sua escrita é maravilhosa. Esperava um final diferente, então foi plot twist cotidiano haha
Ah, Luana, muito obrigado! Muito contente que você gostou. Ainda mais por saber que você se sentiu junto dos personagens e que foi surpreendida no final. Fiquei curioso sobre o que a sua cabeça teria criado pra esse desfecho hahaha. :D
Gosto dos finais “cor de rosa” hahah Achei que eles ficariam juntos ou ao menos seriam amigos e voltariam a conversar. Me surpreendi com o block, mesmo que tenha feito mais sentido olhando para os dias atuais e um término de namoro. Eu já fiz o mesmo 😅
Hahah muito que bem! Foi um final feliz para as relações líquidas rsrs
Muito obrigado! O seu comentário me deixou muito contente. Eu gosto muito partir a minha escrita de um ponto que incomoda ou de algo banal, porque tem algo de extraordinário até no que não parece. De algum jeito, até a angústia e a dor tem um pouco de beleza oculta. Muito gostoso saber que você se sentiu na cena e, nossa! suas análises são incríveis e tão sensíveis! 🤗